quinta-feira, 2 de maio de 2013

Oito e meia.

(Nada relatado abaixo foi baseado em fatos reais. Conto feito puramente da imaginação do autor.)

Era um fim de tarde fria e chuvosa, as gotas caiam com força no auto-móvel, quando lá de dentro do casarão abandonado o policial veio correndo para adentrar o veículo. Uma expressão de asco, e a ânsia de vômito a cada palavra o impediam de falar o que tinha visto, a cena do crime tinha se tornado mais do que isso, era agora um festival de rostos aterrorizados e estômagos embrulhados. "Está horrível. Não te aconselho a entrar, precisaremos fazer uma investigação apurada. Chame os estômagos mais fortes. Sabe, eu perco a fé na humanidade a cada dia mais..."

A moça acordou pela manhã, e como de costume tomou seu café descafeinado. Se arrumou em frente ao espelho e vestiu a roupa mais bonita, se maquiou meticulosamente, trocou e destrocou até se achar a moça mais bonita da face da terra. Embora não fosse...
Ao pegar o ônibus, não notou nada de diferente, embora o homem no fundo não parasse de olhar para o corpo dela. Sentou-se, e o homem logo trocou de lugar, sentou atrás dela... tragava o cheiro de seus cabelos como em um transe. A moça, com o fone no ouvido e o livro aberto em cima da bolsa, não ouvia e nem via o que se passava ao redor. Ao chegar próximo ao seu ponto de parada, a moça se ajeitou, guardou os pertences na bolsa nova que havia comprado, com muito cuidado se dirigiu até a porta, dando sinal para descer. O homem a seguiu. Descendo a rua deserta que ia até o cursinho de alemão. Ouviu uma voz forte perguntando as horas. Oito e meia. Pancada na cabeça. Escuridão.

Onde estará? O sumiço foi notícia em todos os jornais, fotos pela rua, 4 dias sem o paradeiro. Ela era de fazer esse tipo de coisa, sumia e voltava depois. Mas 4 dias era um longo tempo, até pra ela. A policia se arrumou como podia, a população nem deu bola "Mais uma patricinha que foge de casa". Será?

"Prendemos o suspeito!", essa era a palavra dos investigadores. Interrogações de horas, banhos frios, tortura... e ele finalmente resolveu falar. Queria ser interrogado pelos pais da garota, acompanhado de perto pelo profissional responsável: ele elaborava as perguntas, os pais faziam.
-O que você tem a dizer sobre os motivos do crime?
-Não houve motivos. Eu estava louco para foder aquele dia, entrei no ônibus e vi aquela moça. Frágil, vulnerável. Roupas curtas, maquiagem feita, perfume delicioso... os peitinhos macios eram um chamado para meu anseio de uma fodinha bem dada. Fiquei ali, atrás dela o tempo todo, olhando, admirando... sentindo o perfume hipnotizante. Vou te falar uma coisa, hein? se vocês fizeram algo bem feito, foi aquela putinha. Meu pau já estava estourando dentro da calça pra pegar ela bem gostoso. Quando ela desceu e eu vi aquela bunda empinada preenchendo a sainha curta, foi um deleite para os olhos. Segui ela, fui acompanhando cada passo, cada pisada, cada balançada daquele rabinho maravilhoso... quando vi que ela estava saindo da rua reservada, puxei um assunto perguntando as horas, mais para atrasar mesmo. Dei uma pancada bem dada com a primeira coisa que achei no chão, um pedaço de ferro, no caso. Arrastei ela para não muitos metros dali, o bosque foi a localização perfeita: calmo, silencioso, reservado. Levei ela para o casarão abandonado ao lado da trilha, um lugar de drogados e mendigos. Por sorte, a polícia tinha aparecido ali não fazia muito tempo, sendo assim, não tinha ninguém há dias. Amarrei ela na pilastra, de pézinho, com aquela bunda virada pra mim. Só comecei a foder ela quando já tinha acordado. Comi, estoquei forte, arrebentei a boceta dela umas 10 vezes. Ela gritava, gemia, pedia socorro... em vão. Tudo aquilo só atiçou mais minha vontade e tesão. Puxei os cabelos dela, bati, espanquei... fiz a puta sangrar quando ela tentou me morder. De alguma forma, ela se soltou enquanto eu estava ocupado demaaaais e tentou me arranhar. Me arranhou aqui ó, no braço. Um ódio que eu nunca tinha sentido antes me tomou por inteiro, fiquei cego, soquei ela umas 50 vezes, desfigurei o rostinho lindo dela. Estava morta. Comi ela umas 3 vezes depois disso, fiz um anal bem gostoso. Mas... eu ainda não estava satisfeito, precisava de um toque a mais. Uma obra de arte em homenagem a mulher mais gostosa que já comi... precisei destroçar ela! E o fiz, comecei cortando a garganta, o sangue já frio não espirrou em mim como eu gostaria, ao invés disso sujei a mão e a barriga, lentamente fui abrindo caminho pelo pescoço dela até chegar a sua espinha... foi difícil passar dali, mas passei, arranquei a cabeça da vadia e joguei de lado, chutei como se fosse uma bola. O corpo inerte, decapitado... precisava de algo mais! Escalpelei sua filha, tirei toda a pele, com cuidado para não estragar os lindos seios que ela tinha. Pendurei a "fantasia" na parede, e vendo o estrago todo que tinha feito, vomitei... mas ainda não estava pronto. Não, não, precisava de algo mais, um toque meu, algo meu... estripei a filha da puta, tirei todos os seus orgãos, comi o intestino da vagabunda em pedacinhos, precisava tê-la dentro de mim, não o comi inteiro, não aguentei. Estuprei mais uma vez antes de finalmente abandonar o local. Deixei tudo do jeito que estava, não movi uma palha. Talvez botassem a culpa nos marginais que viviam por ali... mas não foi o caso. Fui capturado e estou aqui, como o bom filho da puta que sou... mas não fui embora sem uma fodinha.

Era difícil falar algo depois do depoimento. Pareciam em choque... e estavam. Nada mais a se falar. As portas de ferro se fecharam. Mais um. Trancado e preso, mas ainda sim, apenas mais um.


fonte da foto: Goregrish

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